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Fluência Nível 2

Coreano

Eli lê histórias em coreano em voz alta num clube da biblioteca, aprende provérbios com a vovó e conta histórias na mesa do Chuseok, enquanto Min-jun filma um documentário sobre o mercado de Mangwon. Aprenda a contar uma história, com provérbios e uma piada final.

Explicações em áudio: Inglês

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Fluência Nível 2 - Parte 1

Aulas 1 a 10
1
O livro ilustrado

Hora de dormir no apartamento do Eli em Mapo: Su-a traz para casa o livro de contos populares que a editora dela imprimiu e Eli lê o começo de O Tigre e o Caqui Seco para Ha-eun: saiu hoje, lê para ela, há muito tempo, dizem, vivia um tigre, mais devagar, você não está lendo a previsão do tempo, o tigre desceu até a aldeia, Ha-eun disse tigre, o fim é amanhã, ainda não consigo ler o caqui seco, eu coloquei seu nome no clube de leitura em voz alta, sem me perguntar, e começar é metade, eu fiz a sua parte.

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2
O clube

A biblioteca de Mapo numa manhã de sábado, o primeiro clube de leitura em voz alta do Eli: mais devagar do que no rádio, eu sou Eli, sou professor de ciências, quanto mais devagar você lê, melhor eles ouvem, quarenta anos como carteiro, venho pelo café, uma respiração em cada vírgula, quanto mais ele lê, mais ele parece coreano, semana que vem o Sr. Yun é o tigre, e já fazem três anos; quanto mais eu faço, mais fome sinto.

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3
O Sol e a Lua

A biblioteca de Mapo, o clube lê O Sol e a Lua com o Sr. Yun como o tigre, Eli como a mãe e a Sra. Seo como as crianças: 'me dê um bolinho de arroz e eu não vou te comer', no último morro não havia bolinhos de arroz, o tigre disse que era a vez dela, o tigre também pediu uma corda, a corda estava podre e ele caiu no campo de painço, ele diz que vai comê-la, pergunta se é resistente, diz 'vamos subir', nenhuma corda desceu, e porque você nunca pediu uma.

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4
O Fígado do Coelho

A biblioteca de Mapo, o clube lê O Fígado do Coelho com Eli no papel da tartaruga e o Sr. Yun no papel do coelho: "Coelho, o Rei do Mar está doente", o coelho fingiu que ia pensar, fingiu não ter medo, disse que deixou o fígado em casa, um rei não finge, ele simplesmente acreditou; que animal anda com o fígado fora do corpo?

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5
O Machado de Ouro e o Machado de Prata

A biblioteca de Mapo, sem livro hoje: Eli conta O Machado de Ouro e o Machado de Prata sozinho, apoiando-se nos cinco conectivos que fazem a história andar: então apareceu um espírito da montanha; "meu machado é o de ferro"; por isso ele deu a ele os três machados; mas então o vizinho ganancioso ouviu; enquanto isso o espírito desapareceu; por fim ele perdeu até o machado de ferro; com cinco palavras a história anda; o machado em que se confia corta teu pé; e um provérbio é como sal — só uma pitada.

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6
O Velho com o Caroço

A biblioteca de Mapo, o clube lê O Velho com o Caroço, uma história em duas partes: um velho com um caroço cantava nas montanhas; de onde vem essa canção?

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7
O primeiro dia de filmagem

A banca da Sra. Park no mercado de Mangwon, o primeiro dia do documentário do Min-jun, Eli no tripé: é um filme de mercado, o mercado é você, filme o kimchi, não meu rosto, ela disse isso também no rádio, o tripé quase caiu na tina de kimchi, aí seria kimchi de câmera o inverno todo, no primeiro dia vendi um rabanete, nenhuma árvore fica de pé depois de dez golpes, quase acreditei nela, e quase disse não também.

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8
Os Dois Irmãos e a Cabaça

Hora de dormir no apartamento do Eli, Os Dois Irmãos e a Cabaça para Ha-eun: o irmão bondoso consertou a perna da andorinha, no momento em que serraram a cabaça o arroz jorrou, no momento em que ele ouviu ele pegou uma andorinha, Ha-eun repete, ela quer a cabaça de novo, a cabaça é um bolo de arroz numa imagem, você pulou a segunda cabaça, no momento em que eu digo 'goblin' ela se esconde debaixo do cobertor, ela está dormindo, no momento em que você disse 'andorinha', e 'andorinha' é minha melhor palavra.

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9
A história do Sr. Yun

Café depois da leitura na biblioteca de Mapo, a própria história do Sr. Yun a partir de quarenta anos de correspondência: uma carta de Busan chegava todo mês, eu olhei a placa com o nome e o nome estava diferente, a senhora as tinha lido todas, o filho disse para continuar levando-as para ela, ela as leu para mim no portão, isso é uma história, ela olhava pela estrada, vou ler para você uma carta de Minneapolis, e ouvir cem vezes não equivale a ver uma vez, traga a neve.

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10
Noite de leitura

Noite de leitura na sala infantil da biblioteca de Mapo: Su-a e Ha-eun na primeira fila; Eli lê inteirinho O Tigre e o Caqui Seco.

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Fluência Nível 2 - Parte 2

Aulas 11 a 20
11
O portão da vovó

O portão da vovó em Jeonju nas férias de verão, Eli, Su-a e Ha-eun descendo do trem com uma caixa de peras: "Vocês chegaram.

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12
A mesa da vovó

A mesa da vovó em Jeonju, sopa de broto de feijão com arroz: Vovó, conta uma história pra gente enquanto a gente come, até as Diamond Mountains ficam pra depois da refeição, pessoa faminta não escuta nada, é assim mesmo, ela fala isso pra todo mundo, só coma, e a sopa, como está?, igual ao verão passado, vovó, uma sopa que é sempre a mesma certamente é boa, vovó, e a história da ponte de pedra?, depois do arroz, uma soneca, a história é amanhã.

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13
O mercado da infância dela

A varanda da casa da vovó em Jeonju, numa noite das férias de verão: o mercado que eu frequentava quando era menina ficava ao lado do portão sul, minha mãe vendia bolinhos de arroz num cesto, quanto custava um bolinho de arroz, um ovo, posto pela galinha que eu costumava alimentar, o cesto que eu costumava carregar ainda está no depósito, a barraca em Mangwon é como o cesto que cresceu, depois da dificuldade vem a alegria, eu pago com um ovo, a galinha morreu quarenta anos atrás, traga dois (ovos).

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14
Ha-eun e o arroz

Almoço na casa da vovó em Jeonju, Ha-eun jogando arroz nas galinhas que já não existem mais: Ha-eun, arroz é pra comer, ela está jogando para as galinhas que não estão lá, por mais que eu diga, ela joga, um hábito aos três anos dura até os oitenta, dá pra ela a colher menor, eu também ainda jogo arroz para os pássaros, vovó, Ha-eun chama de bisavó (forma infantil), esperei dois anos, por mais que eu tente, a bisavó não vem me ver.

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15
A loja fechada

Um passeio pelo mercado antigo de Jeonju com a vovó: a loja de bolos de arroz da infância dela fechada e o vizinho passando — eu ia te comprar o bolo de arroz da loja antiga, mas olha, está fechada; vovó, o dia que você vai é dia de mercado; você aprendeu ao contrário, hoje é o dia ruim; o dia que você vai é dia de mercado; a dona da loja de bolos de arroz foi a um casamento, ela volta às três; íamos esperar, agora vamos comer macarrão frio; você é quem aparece no rádio, né, leia o cardápio pra gente; macarrão frio de trigo-sarraceno, nove mil won, e a voz custa à parte.

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16
A briga através da parede

O apartamento dos Kim em Mangwon no calor do verão, vovó que veio de Jeonju, Eli e Su-a voltando do estacionamento com as caras fechadas: 'o que há com sua cara', 'eu falei algo errado no estacionamento', 'se a palavra que vai é gentil, a que volta é gentil', 'qual palavra foi a primeira', 'uma briga só termina se alguém rir', 'eu vou rir só se você disser que eu estava certo sobre o estacionamento', 'vovó, ele estacionou na vaga do vizinho', 'vou tirar o carro', 'só se eu for junto', 'pronto, essa é a risada'.

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17
A entrevista

A barraca da Sra. Park no mercado de Mangwon, a câmera do Min-jun no tripé e Eli na frente dela: "mano, como você veio parar no mercado?"; a Sra. Park me deu um pedaço de kimchi de rabanete; vindo aqui, aprendi a reconhecer cada barraca pelo cheiro; depois de três anos na escola da vila até o cachorro recita poesia; ele tem seis anos, então eu sou o cachorro; pechinchando toda semana, ele pegou um sotaque de Jeolla; a câmera ainda está ligada?

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18
O anel no táxi

À noite no apartamento dos Kim em Mangwon, a câmera do Min-jun apontada para o Sr. Kim e sua história do táxi: "Pai, a câmera está ligada", a história do anel; uma noiva entrou em Mangwon; por causa da chuva, todo Mapo virou um estacionamento; por eu ter freado, o anel rolou; então, você encontrou?

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19
A loja de bolos de arroz.

A loja de bolos de arroz da Sra. Jo no mercado de Mangwon na semana anterior ao feriado, a câmera de Min-jun na porta: Sra. Jo, vinte bolos de arroz com mel, por favor; longe de vinte, não tenho nem dois; em uma frase, Sra. Jo; longe de ser rica, nunca sequer me sentei; então os brancos, por favor; leve o que sobrar; um frango em vez de um faisão; beber a sopa de kimchi antes de quem vai dar o bolo de arroz pensar nisso; e ficar famoso?

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20
Dez provérbios.

Um jantar de domingo no apartamento dos Kim, o teste da avó com dez provérbios por dez bolos de arroz: dez provérbios, dez bolos; erra um e Min-jun come; não tem como ele acertar todos os dez; palavra sem pés vai mil li; não tem como a avó saber só dez; nove; não tem como ele errar o décimo; um homem que comeu nove bolos de arroz?; não existe esse provérbio; agora existe; ele dá o décimo para a avó.

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Fluência Nível 2 - Parte 3

Aulas 21 a 30
21
Seis sacolas

Mercado de Mangwon na semana antes do Chuseok: a lista da Sra. Park e os braços do Eli — peras, uma caixa, jujubes, castanhas, um croaker; a caixa custa mais do que as peras; no Chuseok o umbigo é maior que a barriga; tão lotado que você não consegue mexer os cotovelos; essa é a cena; ande mais devagar; o croaker ali parece maior; o bolo de arroz do outro parece maior; e tão pesado que dá vontade de sentar.

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22
Os bolinhos de arroz meia-lua

A cozinha dos Kim na véspera do Chuseok, os bolinhos meia-lua: agulhas de pinheiro por baixo, do tamanho de uma castanha; você está moldando pela metade, os meus parecem bolinhos; um bolinho bonito gera uma filha bonita; eu já tenho uma filha, então o seu pode ser feio; Min-jun ouviu pela metade e comeu três; dizem que até uma folha de papel fica mais leve quando levantada por duas pessoas — eu vou colocar (o recheio).

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23
Vermelho a leste

O apartamento dos Kim na manhã de Chuseok, o Sr. Kim arrumando a mesa ancestral com a câmera do Min-jun sobre ele: como você sabe, vermelho a leste, branco a oeste, peixe a leste, as peras vão à direita, não é?, pergunte à sua mãe sobre as peras, como você pode ver eu já as coloquei todas, pai, mãe, a câmera, só um de vocês fale, se há muitos barqueiros, o barco sobe para a montanha, duas reverências, você faz três por nervosismo, e como você sabe, eu sou professor de ciências.

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24
Fale do tigre

O apartamento dos Kim na tarde de Chuseok, toda a família e a câmera: Eli, conte pra gente a história da biblioteca, então, veja, um tigre desce; fale do tigre e ele aparece; eu ouço a palavra 'tigre' até do meu quarto; a mãe diz 'caqui seco' e, bem, o bebê para de repente; faça uma pausa aí, três respirações; o caqui, veja, era uma fruta seca; e o livro está errado — o bebê parou porque estava cansado.

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25
Montagem preliminar

O apartamento dos Kim na noite de Chuseok, o laptop do Min-jun sobre a mesa: é uma montagem preliminar, o som está ruim no corredor dos peixes, você disse que filmaria só o kimchi e olha, aparece meu rosto por dez minutos, o kimchi não fala, está escuro sob a lâmpada, a história aconteceu na barraca da sua mãe, a Sra. Jo disse que não iria e olha, ela até cantou, eu também apareço?, e você é a narração, o genro de Jeonju.

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26
Sapatos nos pés trocados

O apartamento dos Kim, tarde na noite de Chuseok: a história do casamento da avó — 'Avó, conta a história do casamento.' Eu tinha dezessete anos, em Jeonju, numa primavera; fui com os sapatos nos pés trocados, e o noivo fez a reverência com o chapéu virado ao contrário.

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27
O cachorro da escola

O apartamento dos Kim na noite de Chuseok, a história de Ji-yeong sobre a primeira manhã do Eli na escola: no primeiro dia ele fez reverência até para o cachorro, se eu soubesse que era um cachorro não teria feito reverência, ele e o vice-diretor fizeram reverência até tocar o sino, o vice-diretor disse que isso basta para o primeiro ano, se você tivesse me avisado teria sido mais tranquilo, não saber é remédio, mas o cachorro, o cachorro também fez reverência?, e o cachorro correspondeu com reverência, só o cachorro.

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28
Um copo

A mesa dos Kim no último jantar de Chuseok, o Sr. Kim em pé com um copo: só um copo, à família, o americano também é família, sente-se, uma história é justamente aquilo que faz uma família, seis anos atrás eu não conseguia nem dizer 'obrigado', uma palavra paga uma dívida de mil moedas, então com qual palavra você pagou?, 'comi bem', e essa mesma palavra, diga-a todo domingo.

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29
Sob o telhado do mercado

O mercado de Mangwon numa noite, os vendedores sentados em cadeiras dobráveis sob o toldo da entrada para o filme de Min-jun: “Mercado de Mangwon, quarenta minutos”; não só filmaram a minha barraquinha, como até colocaram minha música; seu rosto aparece o dobro do tempo que o meu; um dragão surge de uma vala; não é um diretor, é um editor de vídeo; pó acumulado forma uma montanha; não só ele apresenta o rádio, como até aprendeu nossos provérbios; e isso aparece no minuto doze.

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30
O trem da avó.

A plataforma da estação na manhã após o feriado, a avó voltando para Jeonju: “Eu levo a bolsa, então segure o corrimão”; “vou ligar toda semana, então um provérbio a cada vez”; “vou te dar um provérbio, então você me conta uma história”; Ha-eun diz “tchau-tchau, bisavó”; “no ano que vem vou fazer noventa, então conte a história”; tirar uma estrela do céu; “estou no trem, não estou?

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